quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Energia dos animais está gravado no inconsciente coletivo da humanidade



No início do ano é muito interessante descobrir onde podemos encontrar as boas energias. No Xamanismo, o praticante entra em contato com a energia animal, ou melhor, com o símbolo animal, que está profundamente gravado no inconsciente coletivo da humanidade, com o intuito de adquirir conhecimento, força e sabedoria.

No dia a dia, o poder dos animais está diante de nossos olhos, sempre nos estimulando. No filme "Tarzan, o Homem Macaco" a energia do bem luta contra seus inimigos ferozes. "Os Homens Leopardos" - há símbolos e energia dos animais nos estimulando. E não podemos esquecer de "Batman, o Homem Morcego" e do sucesso , "O Homem-Aranha".

Até quando assistimos ao desenho "Rei Leão" recebemos uma série de estímulos e ensinamentos. Você já percebeu quanta simbologia o desenho traz do nosso dia a dia? O trecho em que o "Rei Leão" passa da fase adolescente para a adulta é um dos exemplos. Crescer não é fácil para ninguém.

O princípio do animal de poder é o mesmo do uso das rosas vermelhas para atrair amor e da fonte d`água para atrair prosperidade.


- Veja, a seguir, uma lista de animais de poder e suas energias:

- Águia ou falcão: liberdade, flexibilidade, poder, visão, coragem e oportunidades

- Aranha: criatividade, a teia da vida e sabedoria para tecer o futuro

- Borboleta: auto-transformação, clareza mental e liberdade

-  Cachorro: lealdade, estar a serviço e atenção

- Castor: segurança, construção e paciência

- Cobra: sabedoria, sensualidade e transmutação

- Coelho: fertilidade, crescimento, agilidade e prosperidade

- Coruja: sabedoria antiga e habilidades ocultas

- Corvo: guardião da magia e ocultismo, o mensageiro

- Elefante: longevidade, inteligência e memória ancestral

- Formiga: força, trabalho em equipe, paciência e resistência

- Gato: sensualidade, limpeza e visão mística

- Galo: altivez, sexualidade e garra

- Leão ou tigre: poder, força, nobreza e liderança

- Lobo: esperteza, agilidade e fidelidade

- Pombo: mensageiro da paz e liberdade

- Raposa: habilidade, astucia e integração

- Sapo: humor, limpeza e transformação

-Tartaruga: estabilidade, longevidade, honra e proteção

-Touro: fertilidade, sexualidade, poder e trabalho

Mais sobre os animais e seus símbolos podem ser encontrados no livro "O Vôo da Águia", de Leo Artese (editora E. Roka).


Fonte: Vininha F. Carvalho

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Respeito ao direito dos animais precisa ser difundido nas empresas



Uma empresa consegue se destacar em função de uma profunda visão de mercado e um plano de negócios bem estruturado, assim como pela experiência de seus gestores. Saber antecipar e calcular cada passo faz toda a diferença.

Para a marca se destacar acreditava-se que era necessário adotar como meta a excelência na organização. Isto deve estar presente em todas as etapas do processo: da escolha da matéria-prima, fabricação, embalagem, atendimento, até a entrega para o consumidor final.

Agora surge um novo diferencial, olhar para o futuro do planeta e promover o respeito ao direito dos animais. Neste período, em que a sustentabilidade é muito valorizada, sobretudo nos negócios, ter um processo sustentável, tanto por sua contribuição para o meio ambiente, como por ser economicamente viável, permite que a empresa sobressaia no mercado.

O debate sobre a valorização e o respeito ao direito dos animais teve seu crescimento acentuado na segunda metade do século XX, fruto da conscientização de parte da humanidade em relação à necessidade de garantir a eles uma condição de vida digna. Deve-se ter em mente que, além de uma simples preocupação ecológica, a proteção dos animais também incide fortemente no equilíbrio da comunidade.

O ser humano sempre sofreu uma espécie de Síndrome de Narciso que o levou a construir mitos de si mesmo, como o de considerar-se feito à imagem e semelhança de Deus ou o coroamento da criação. É como se toda a evolução biológica que o precedeu fosse uma espécie de ensaio da natureza para atingir o ápice da perfeição: o surgimento do Homo sapiens. Por sentir-se o centro do universo, o homem reconhecia no animal e nas outras espécies simples "coisas", desprovidas de vida própria, que existem apenas para lhe servir. Mas esta realidade mudou.

A necessidade da sociedade implantar uma nova mentalidade capaz de permitir uma relação de respeito e proximidade com os animais e a natureza em geral, permitiu o desenvolvimento de atitudes preventivas e voltadas para o fortalecimento da cidadania.

O respeito ao direito dos animais, assim como as riquezas naturais, precisam fazer parte dos ensinamentos no treinamento de funcionários nas empresas. É preciso demonstrar que na empresa existe um alto grau de civilidade

A sociedade ainda não atingiu um nível adequado para garantir a proteção aos animais, mas com o crescimento da violência e da miséria nos grandes centros urbanos, grande parte da população está ficando insensível em relação ao ser humano, optando ter em sua companhia os animais domésticos, a quem dedica toda sua atenção, recebendo em troca um amor sincero e fiel. Uma pesquisa publicada no site Society & Animals e realizada por sociólogos e antropólogos da Northeastern University e da University of Colorado confirmou esta teoria. A pesquisa foi desenvolvida para compreender melhor o fato de que, quando há relatos de animais necessitados nas manchetes, o nível de indignação e resposta geralmente é maior do que quando as tragédias são com humanos.

Atualmente o consumidor aceita que as companhias tenham lucros, mas as desafia diariamente a incentivar ações de impacto positivo na sociedade. É um novo comportamento massificado graças aos proativos Millennialls, contribuintes importantes nas mudanças provocadas na relação das pessoas com as empresas e as marcas.

A morte de uma cachorra chamada Manchinha ocasionada por um segurança dentro de uma das lojas de uma rede de supermercados, em Osasco, gerou uma manifestação de protestos nas redes sociais. O caso, que aconteceu no dia 28 de novembro de 2018, mobilizou as pessoas diante da brutalidade contra o animal e despertou nas empresas a necessidade de cuidar da reputação corporativa e orientar os funcionários que os animais têm seus direitos garantidos. A onda de protestos nas redes sociais é um alerta para que outras marcas se preocupem com este tipo de atitude de seus funcionários e impeçam que os animais sejam novamente vítimas de crueldades. Sempre é hora de buscar o aperfeiçoamento. Em uma realidade profissional competitiva, ter uma equipe formada por membros capacitados e sensíveis é um grande diferencial.



Autoria: Vininha F. Carvalho



quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Cães têm capacidade para compreender sinais visuais e sonoros


Os cães são capazes de fazer a ligação entre duas ideias simples. Entretanto, eles não conseguem relacionar fatos distantes no tempo. Por exemplo, se um cão fugir durante um passeio com o tutor e só voltar duas horas mais tarde, ele não poderá compreender a punição que receber. O animal associará a punição ao seu retorno, e não ao fato de ter permanecido duas horas longes. Se o retorno provocar uma boa acolhida, com palavras de estima, uma palmadinha amigável ou uma guloseima, o cão sempre voltará, por saber que é isso que o tutor deseja.

Os cães percebem muito bem os comportamentos mais sutis das pessoas, mesmo que sejam demonstrações inconscientes de prazer, desagravo, raiva, ou simplesmente a intenção de fazer algo. Afinal, é assim que os membros de uma matilha se comunicam usando linguagem corporal e sons para expressar suas emoções. Evidentemente, o cão não pode compreender por completo a linguagem humana: o significado é aprendido principalmente pelo tipo e pela tonalidade do som.

A capacidade canina de compreender sinais visuais e sonoros é utilizada quase sempre de maneira complexa. Não é o medo que possibilita o adestramento, mas o desejo de agradar. Ele motiva o animal a aprender tarefas difíceis, que são realizadas em resposta a determinados sinais, mesmo que estes sejam dados a uma longa distância.

As características comportamentais inatas de muitas raças são bem conhecidas. Mesmo sem adestramento, os cães de caça adoram apanhar objetos com a boca. Os pointers inconscientemente encaram para coisas que despertam o seu interesse, antes mesmo de investigá-las. Os cães pastores gostam de pastorear todos os animais, inclusive aos homens. Os dobermans e os terriers têm comportamento de cães de guarda.

O tutor do cão quase sempre é visto pelo animal como líder da matilha. A proteção da casa e de seus moradores contra estranhos, sejam pessoas ou outros cães, é instinto básico do cão. Se um homem desconhecido ou um outro cão forem aceitos sem agressão pelo líder, o cão também os aceitará. Na ausência do líder, porém, o cão assume o comando da situação e pode agir de forma diferente.

Visitantes ocasionais do território geralmente têm atitudes que acabam reforçando o instinto protetor dos cães. Frente à hostilidade do cão, o visitante foge rapidamente, o cão vê esta atitude como uma demonstração de medo e acaba relacionando o uniforme dos carteiros, por exemplo, com o seu ataque de fuga instantânea. Para resolver este problema, o tutor deve apresentar os visitantes ao cão, fazendo-o perceber que aquela presença deve ser aceita. 


Fonte: Vininha F. Carvalho


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Animais podem nos ensinar muito sobre os seus verdadeiros sentimentos

                                  

O ambiente em que o cão vive e sua relação com o tutor pode afetá-los profundamente, desenvolvendo distúrbios de comportamento permanentes. Os comportamentos compulsivos são muito difíceis de serem tratados, uma vez estabelecidos. Existem várias fontes de estresse na vida dos cães.

Confinamento prolongado que leva à falta de estímulos precisa ser evitado, embora uma rotina saudável precise ser estabelecida. Se os tutores trabalham fora o dia inteiro e deixam o cão sozinho, ele terá mais dificuldade para desenvolver seu comportamento canino normal.


Os cães são muito sensíveis a relacionamentos instáveis, mudanças no grupo social e em alterações em sua própria posição social. Conduzir uma relação equilibrada propicia um comportamento tranquilo no animal. Se um cão forma laços tão fortes com seu tutor ao ponto de se sentir inseguro longe dele, acabará desenvolvendo a ansiedade de separação, um distúrbio grave que provoca muito sofrimento, alguns choram desesperadamente.

Animal que convive somente ao lado de seres humanos, afastado totalmente de seus semelhantes, está mais sujeito a manifestar problemas de comportamento. O estresse pode durar por períodos curtos, e uma vez removido, o cão volta a sua rotina normal. Se, por outro lado, a situação se prolongar, os danos podem ser irreversíveis.

Os cães estressados podem ficar repetindo o mesmo comportamento várias horas por dia, sem parar, mesmo que a causa original do estresse não esteja mais presente. Pode chegar até ao que chamamos desordem compulsiva, conhecida em humanos como TOC, ou Transtorno Obsessivo Compulsivo, onde o cão realiza o comportamento enquanto estiver acordado, só parando ao adormecer. Alguns lambem uma parte do corpo, outros andam em círculos, ou latem no mesmo tom e volume sem parar.

O importante é identificar se o animal está manifestando algum comportamento compatível com estresse e tentar eliminar a fonte do problema. Se o cão lambe muito algum lugar do corpo, é necessário repreendê-lo e, assim que ele parar, recompensá-lo. Desviar sua atenção do comportamento com uma brincadeira bem interativa é uma boa opção.

Infelizmente, pode acontecer que a raiz do problema esteja na condição de vida imposta pelo tutor, um local inadequado e sem o mínimo de carinho. Existem relatos de cães com dermatites crônicas que mudaram de ambiente e foram completamente curados.

A maneira correta para os tutores prevenirem o estresse é criar uma rotina saudável para o animal. Exercício diário é fundamental, cães que conseguem gastar bastante energia são mais equilibrados.

O convívio com um animal nos compromete a cuidar de algo fora de nós mesmos. Nos impulsiona a tentar suprir as necessidades deste ser tão indefeso. Este tipo de relacionamento entre os humanos e os animais esta alicerçado na generosidade, onde o resultado obtido este diretamente relacionado à dedicação e o amor que investimos.

Está comprovado cientificamente que ter um animal em casa contribui muito para a qualidade de vida, mas eles não podem ser vítimas de uma vida vazia, precisa de companhia, equilíbrio emocional e físico, assim como todos os seres vivos, merece serem felizes.

O papel do médico veterinário, hoje em dia, não deveria ser apenas realizar diagnósticos e promover à cura as doenças, mas deveria cuidar do bem-estar de seus pacientes. E quando o animal chegasse a clínica , para a primeira consulta , a pergunta deveria ser :- "este animal é feliz?" - A partir daí, muitos males poderão ser evitados ou adequadamente tratados.

Os animais podem nos ensinar muito sobre os seus verdadeiros sentimentos, basta apenas ter sensibilidade para deciframos suas atitudes.



Autoria:  Vininha F. Carvalho